A história por trás da arte: Ataque ao Cume

A história dessa arte é tão legal que acredito que ficasse melhor contada aqui no blog. No decorrer do segundo semestre de 2020, que foi um ano com inúmeras reviravoltas, surgiu a ideia de lançar uma coleção para o fim de ano que representasse tudo aquilo que vínhamos passando.

 

Foi um ano atípico, diferente de todos os outros, e muito marcante. Marcante principalmente pela conexão com nós mesmos. Ano que tivemos o prazer de lançar diversas coleções voltadas aos amantes da natureza e do trekking, e de termos mais e mais pessoas fazendo parte deste mundo.

A vida cotidiana como a conhecíamos havia parado. Assim, as pessoas começaram procurar entrar mais em contato com a natureza, o que o Pense Verde representa, e sentir todos os prazeres que a natureza nos proporciona.

Em 2020, precisamos parar, e respirar fundo. Mas chegamos ao cume, a 2021. Fomos resilientes para vencer todos os desafios que surgiram à nossa frente.

E justamente por isso, senti que era mais do que necessário representar isso em uma arte, na verdade uma coleção toda.

quadro

Era setembro quando fiz o esboço das artes dessa coleção no quadro, e uma delas, uma arte onde o número 20 (representando 2020) ficaria embaixo, no meio o alpinista, rumo ao topo da montanha, e no próprio topo, o número 21, representando o ano que estava por vir.

Nessa época eu ainda não conhecia a Aretha, nem mesmo o grande projeto dela. Sem saber, naquele momento, além de estarmos representando a virada do ano de 2020 para 2021, que foi um ano difícil, como se fosse uma escalada, nós estávamos também desenhando o projeto da Aretha, que eu viria a conhecer ainda no final daquele ano.

Então, procurando um artista que pudesse produzir estas artes, entramos em contato com Dri (@drilifyart), artista que já admirávamos o trabalho e que nos foi apresentada pela aventureira e integrante da família pense verde Fran (@aventurasdafran), e que

Com seu traço, ela produziu de forma esplêndida 3 artes para essa nova coleção, e uma delas era a “Ataque ao Cume”. Essa arte, que mostra um aventureiro escalando uma montanha, representa a resiliência que todos tivemos ao longo daquele ano, o que configurou uma verdadeira escalada para vencer os desafios que estavam a nossa frente.

Então, conheci a Aretha (@aretha_duarte), uma mulher sonhadora cujo objetivo é atingir o topo do Monte Everest, nada menos do que a maior montanha do nosso planeta.

Para isso, ela recolhe latinhas e todo o tipo de material reciclável para atingir esse objetivo, aliando consciência ambiental com pensamento empreendedor.

Não demorou muito para que nós fechássemos uma parceria e lançássemos a própria coleção dela, Aretha No Everest, que tem sido um grande sucesso.

Então, revendo as nossas outras coleções, percebi que aquela arte, feita pela Dri (que também produziu para a coleção da Aretha) combinava demais com essa nova coleção. Na verdade, mais que isso: representava o próprio sonho da Aretha. E olha só o resultado:

quadro 2

Há algo nessa arte, nessa representação do aventureiro escalando a montanha, que me faz pensar que algumas coisas não são mera coincidência. Para mim, parece que ela representa algo que estava por vir, mas ainda não sabia o que. E agora, tenho muito orgulho de trazer ela para esta coleção, por tudo o que ela significa e por todo o trabalho e carinho que tivemos ao criá-la.


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